... Indaguei ninguém sabia teu nome ... Ninguém vira alguém assim... ... e nada sabiam de ti... Existes ó ausente ou és somente quem buscamos numa realidade arisca e improvável?
... deito-me com ela... ... diz-me: «Quero perder-me numa encruzilhada de abraços; afogar-me num poço de gemidos; esquecer-me de mim no fundo da tua memória.» Deixo-a entregue a si própria; e pergunto o que fazer do calor dos seus lábios, da ânsia que os seus dedos soltam, do tempo que estremece no seu corpo?
... Enquanto penetrantemente te espero a luz coalhou. Os pássaros coalharam enquanto te espero. O leite enquanto te espero coalhou. Haverá outro verbo? Submersa, muito distante de qualquer inferno de um paraíso qualquer existo eu. Existirão tais palavras?...